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atualizada em 05 de
dezembro às 13h Competição
é aprovada por técnicos e dirigentes. Veja os depoimentos Depois
de quase dois meses de competição e mais de 200 lutas, o I Grand Prix
Nacional de Judô chegou ao fim. Com bom nível técnico nos tatames, alegria
contagiante na arquibancada e avanços na divulgação e na organização de
judô no Brasil, o GP arrancou elogios dos participantes. Veja os depoimentos: Rogério
Sampaio (campeão olímpico / técnico do São Paulo/Mizuno/Academia Rogério
Sampaio/SP): “Foi um campeonato maravilhoso, com emoção do começo ao fim
e uma final de muita festa. A organização foi perfeita e só temos a aplaudir
e torcer para que todo esse sucesso se repita no ano que vem. Com certeza
os clubes puderam ver seus pontos fracos e vão se reforçar para a próxima
competição”. Luiz Junite
Shinohara (técnico da Seleção Brasileira Masculina): “O Grand Prix proporcionou
uma festa até então atípica para o judô brasileiro e que vai servir de
exemplo para competições futuras”. Floriano
de Almeida (técnico da Seleção Brasileira Feminina e do
Minas Tênis/Unimed): “O Grand Prix foi o grande evento do ano.
Por ser a primeira vez, os clubes demoraram a ‘cair a ficha’ de como era
uma competição importante. Vamos ajustar alguns pontos, mas todos já compraram
a idéia, clubes, atletas e torcida. Já diz o ditado ‘quem nunca comeu
melado quando come se lambuza’. Ou seja, uma grande festa!”. Eduardo
Bacellar (técnico da AD São Caetano/Imes/SP): “Adorei o Grand Prix. Tinha
uma opinião diferente no começo, pois achava que deveria ter sido disputado
com sete ou oito categorias. Mas o desenrolar do campeonato mostrou que
a fórmula é essa mesmo, com cinco pesos, que tornou o evento mais emocionante
e equilibrado. Essa é a essência do esporte: igualdade de oportunidades”. Mario Tsutsui
(técnico da AD São Caetano/Imes/SP): “O Grand Prix foi uma competição
maravilhosa, com profissionalismo desde o começo. Vamos apenas ajustá-la
ao nosso calendário para poder tirar mais proveito ainda do evento”. Kiko Pereira
(técnico da Sogipa/Fundergs/RS): “O vencedor do Grand Prix foi o judô
brasileiro”. Henrique
Guimarães (medalhista olímpico / AD São Caetano/Imes/SP): “Estávamos precisando
de um evento deste porte. Foi bonito de se ver e motivou bastante os atletas
a competir”. Flavio
Canto (Universidade Gama Filho/RJ): “O Grand Prix foi uma revolução no
judô brasileiro. A CBJ está de parabéns e tenho certeza de que no ano
que vem a competição será ainda melhor. Um campeonato nesses moldes é
importante para dar espaço a um número maior de judocas de alto nível,
que muitas vezes são desconhecidos do grande público” Carlos
Honorato (medalhista olímpico / AD São Caetano/Imes/SP): “O mais importante
do Grand Prix é que a gente olhava para a arquibancada e não via
apenas familiares e a comunidade do judô. Tinha um público que
nunca tinha visto judô na vida!”. Edelmar
Zanol (São Paulo/Mizuno/Academia Rogério Sampaio/SP): “Foi um super evento
para o judô. A organização está de parabéns. Ver a televisão nos dando
cobertura é a oportunidade que o esporte precisava”. Tiago Camilo
(medalhista olímpico / AD São Caetano/Imes/SP): “Nunca vi essa festa toda
no judô: torcida, samba, bandeiras. Parece futebol! E isso só faz o esporte
crescer”. Mario Sabino
(medalhista mundial / AD São Caetano/Imes/SP): “Eu adiei a minha viagem
para o Mundial Militar pois não podia deixar
de participar desse grande evento promovido pela CBJ. É um título muito
importante e uma competição fundamental para divulgar o esporte. O São
Caetano, por exemplo, nunca tinha conquistado um título diante de sua
torcida e fizemos uma festa!”. João Derly
(Sogipa/Fundergs/RS): “Foi uma competição maravilhosa, que estimulou as
torcidas e despertou uma rivalidade gostosa entre os clubes” Luciano
Correa (Minas Tênis/Unimed/MG): “O Grand Prix foi a melhor coisa que o
judô já teve. Motivou atletas, torcida, clubes. Nunca vi nada assim e,
com disputas em cinco categorias de peso apenas, as disputas ficaram bastante
acirradas”. |