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atualização em 16 de abril às 16h26 A seleção brasileira de judô embarca para a Venezuela neste sábado (dia 17/4) onde disputará a partir de segunda-feira (dia 19/4) o Campeonato Pan-Americano. Se para uma parte da delegação o evento serve como preparação para os Jogos Olímpicos de Atenas, para cinco judocas o Pan é a última chance de garantirem a vaga nas Olimpíadas. Alexandre Lee (ligeiro), Daniela Polzin (ligeiro), Fabiane Hukuda (meio-leve), Cristina Sebastião (médio) e Priscila Marques (pesado) precisam carimbar o passaporte na Venezuela. O critério de classificação é o ranking pan-americano. Alexandre Lee está em quinto lugar e se mantiver a colocação irá aos Jogos. Em situação parecia está Daniela Polzin, que necessita manter o terceiro lugar. Fabiane Hukuda precisa ser campeã e torcer para que o Canadá ou a Venezuela fique fora do pódio. Priscila Marques precisa ser campeã ou terminar na frente de Venezuela, México ou Canadá. Cristina Sebastião vive situação mais difícil. Como o Brasil está na sexta colocação, a brasileira precisa ser campeã e torcer por uma combinação de resultados. “Pelo fato de depender apenas de mim, estou confiante. O meu objetivo é conseguir a vaga e não posso pensar nas Olimpíadas antes disso”, diz Priscila Marques, que participará do seu quinto Pan. Fabiane Hukuda é outra judoca que está confiante em trazer a vaga: “Foram muitas horas de treino e estou com minha cabeça totalmente voltada para a conquista da vaga olímpica. Quero muito voltar da Venezuela e poder participar dos Jogos de Atenas”. Para alguns judocas o Campeonato Pan-Americano na Venezuela será especial. A dupla Érica Moraes e Leandro Cunha, reservas de Vânia Ishii e Henrique Guimarães, respectivamente, competirão como titulares. Henrique está lesionado na virilha esquerda e Vânia no tornozelo esquerdo. “Estou muito motivado e quero agarrar essa chance. Será muito importante para mim voltar com uma medalha deste Pan”, destaca o judoca, de 23 anos. Érica Moraes participou de três pans, dois como júnior e um como senior, e sempre trouxe para o Brasil medalhas: uma prata como senior, um ouro e uma prata como júnior. “Num ano olímpico a equipe B acaba tendo menos chance de participar de competições internacionais. Fiquei sabendo que iria lutar no Pan durante os treinos em São Paulo e foi uma ótima surpresa”, afirma Érica. |