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atualizada em 25 de abril às 13h Planejamento
para o ciclo olímpico foi apresentado nesta Um trabalho inédito no esporte brasileiro. Após três meses de reuniões com as Confederações Brasileiras Olímpicas, o Comitê Olímpico Brasileiro apresentou nesta quarta-feira, dia 20, no auditório da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro, o planejamento da preparação das equipes brasileiras para a disputa dos Jogos Pan-americanos Rio 2007 e para o ciclo olímpico para os Jogos Olímpicos de Pequim 2008. Estiveram presentes à apresentação, o Secretário Nacional de Alto Rendimento, André Arantes, o presidente do COB, Carlos Arthur Nuzman, além de presidentes das Confederações Brasileiras Olímpicas. Este plano de trabalho, composto por planejamento, prioridades e metas, foi resultado das reuniões individualizadas que o COB manteve com cada uma das Confederações Brasileiras Olímpicas desde outubro de 2004. Restam apenas reuniões com as Confederações de tênis, hipismo, tiro esportivo e tiro com arco para que seja definido o planejamento de preparação destas modalidades o ciclo olímpico que se inicia. O presidente do COB, Carlos Arthur Nuzman, destacou a iniciativa. “Foi feito um trabalho inédito na história do esporte brasileiro entre o Comitê Olímpico Brasileiro e as Confederações, que tiveram a oportunidade de mostrar suas necessidades e a partir disso poderem se planejar e estabelecer metas para os próximos anos. Este será o primeiro ciclo olímpico com recursos oriundos da Lei Agnelo/Piva. Antes, sem os recursos permanentes e contínuos, esse planejamento não era possível. Contaremos ainda com os recursos dos patrocinadores oficiais dos Jogos Pan-americanos Rio 2007 e com a participação do Governo Federal, mediante apresentação de projetos”, lembrou o presidente do COB, ressaltando que os recursos da Lei Agnelo/Piva correspondem a um terço das necessidades do esporte olímpico brasileiro. O presidente do COB agradeceu o apoio do Ministério do Esporte pelo convênio para a importação de materiais esportivos às Confederações. Até agora, 12 entidades já foram beneficiadas: atletismo, esgrima, badminton, judô, remo, canoagem, tênis de mesa, lutas, ginástica, handebol, levantamento de peso e taekwondo. De uma forma geral, o plano de trabalho expôs a necessidade de contratação de técnicos especializados, brasileiros ou estrangeiros, para trabalhar na formação de atletas; a melhoria da infra-estrutura de treinamento já existente; aumentar o número de centros de treinamento especializados; aumentar o intercâmbio com outros países; e a manutenção das Equipes Olímpicas Permanentes e a criação de outras equipes para treinamento contínuo. Também faz parte do planejamento a criação de uma comissão para observar e acompanhar o desenvolvimento técnico dos atletas brasileiros e das seleções dos países participantes dos Jogos Pan-americanos Rio 2007. Gerente geral do Departamento Técnico do COB, José Roberto Perillier destacou algumas novidades do planejamento. “Dentre toda a diversidade das modalidades, faremos mudanças no treinamento do conjunto da ginástica rítmica, criando centros em Joinville, Vitória e Aracaju, treinando a mesma apresentação e criando peças de reposição. No triatlo, inovaremos colocando um treinador específico para a natação, corrida e ciclismo. Acredito que essas medidas poderão trazer grandes resultados futuros”, afirmou. O trabalho desenvolvido pelo COB e pelas Confederações visa estabelecer como meta a melhoria na participação da delegação brasileira nos Jogos Pan-americanos Rio 2007, disputando medalha em diversas modalidades, e aumentar o número de atletas classificados para os Jogos Olímpicos de Pequim 2008. “A tendência é que tenhamos a melhor preparação brasileira em um ciclo olímpico, pois conseguiremos nos programar a longo prazo. Isso graças aos recurso da Lei Agnelo/Piva”, frisou Marcus Vinícius Freire, chefe de Missão do Brasil nos Jogos Olímpicos ATENAS 2004 e diretor técnico do COB. |