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Olímpico

O judô é o esporte individual que mais deu medalhas olímpicas para o Brasil. São 19, sendo três ouros, três pratas e treze bronzes. Essa vitoriosa história começou em 1972 quando o japonês naturalizado brasileiro Chiaki Ishii conquistou o bronze nos Jogos de Munique na categoria meio pesado. Depois de 12 anos, o Brasil voltou a figurar no pódio. E vieram logo três medalhas. A primeira foi a de prata de Douglas Vieira, também no meio pesado, nos Jogos de Los Angeles em 1984. Foi a primeira vez em que um brasileiro chegou a uma final olímpica. Walter Carmona e Luís Onmura faturaram o bronze na mesma edição.

O primeiro ouro olímpico do judô brasileiro veio com o também meio pesado Aurélio Miguel nos Jogos de Seul em 1988. E a segunda veio na edição seguinte das Olimpíadas, em 1992, com Rogério Sampaio no meio leve. Em Atlanta 1996, Aurélio Miguel faturou sua segunda medalha olímpica, o bronze no meio pesado, enquanto Henrique Guimarães ficou com o bronze no meio leve.

Em Sidney 2000, o Brasil faria duas finais olímpicas e apresentaria um fenômeno ao mundo do judô. Com apenas 18 anos, Tiago Camilo conquistaria a prata entre os leves. Mesma conquista de Carlos Honorato no peso médio. Em Atenas 2004, a categoria leve voltaria a mostrar sua força dentro do Brasil com o bronze de Leandro Guilheiro. Considerado um dos melhores judocas do mundo no ne-waza (luta no chão), Flávio Canto coroaria sua carreira com o bronze do meio médio na Grécia.

O judô brasileiro voltaria a fazer história entre as modalidades olímpicas nos Jogos de Pequim em 2008. Com a medalha de bronze na categoria leve, Ketleyn Quadros se tornou a primeira mulher brasileira a chegar ao pódio olímpico em um esporte individual. Além dela, Tiago Camilo e Leandro Guilheiro colocaram seus nomes na história ao se juntarem a Aurélio Miguel como os únicos judocas brasileiros a faturarem duas medalhas olímpicas. Ambos conquistaram a medalha de bronze.

Na última edição dos Jogos Olímpicos, em Londres 2012, os judocas brasileiros quebraram mais um recorde. Pela primeira vez, o judô conquistou quatro medalhas numa mesma edição. Mais do que isso, conseguiu o inédito ouro entre as mulheres, com a conquista da piauiense Sarah Menezes no superligeiro. As outras três medalhas foram os bronzes de Mayra Aguiar no meio pesado, Felipe Kitadai no superligeiro e Rafael Silva no pesado.

Além das 19 medalhas olímpicas, o Brasil possui 38 medalhas em Mundiais Sênior, oito medalhas em Mundiais Sênior Por Equipes, 54 medalhas em Mundiais Júnior e 10 em Mundiais Juvenis. Nos Jogos Pan-americanos, são 97 láureas. E o número segue crescendo nos últimos anos. De acordo com informações da Federação Internacional de Judô, o Brasil é o segundo país que mais ganhou medalhas em eventos do Circuito Mundial desde 2009, atrás apenas dos japoneses.

Além dos investimentos em treinamentos e participação em torneios, a CBJ investe numa comissão técnica multidisciplinar para as seleções principais e de base que contam com técnicos para cada um dos naipes, preparadores físicos, fisioterapeutas, psicólogas, nutricionistas, estrategistas, massoterapeutas, dentre outros, pronta para atender a qualquer demanda e garantir a melhor performance.

Outro passo importante para o judô brasileiro foi a abertura do Centro Pan-americano de Judô, no município de Lauro de Freitas, na Bahia. Parte da Rede Nacional de Treinamento, o CPJ é a maior estrutura do tipo voltada totalmente para o judô na América Latina e conta com um ginásio climatizado para 1900 pessoas, alojamento para 72 atletas, um prédio administrativo, quadra poliesportiva, piscina e área de lazer. Todas as seleções passarão pelo local para treinamentos. Também serão realizadas competições nacionais no local.

Para fazer parte da seleção e representar o país nos Jogos Olímpicos, Mundiais, Pan-americanos, Sul-americanos e demais eventos do calendário, há um sistema muito claro, baseado no desempenho individual. O atleta precisa começar disputando o Campeonato Brasileiro de sua região. Se for bem, irá disputar o Campeonato Brasileiro de sua classe de idade. Os campeões das categorias de peso olímpicas dos Brasileiros Sub 21, Sub 23, Sênior e do Troféu Brasil (Aberto) garantem vagas para a Seletiva da seleção principal. Neste ciclo olímpico, a última Seletiva foi disputada no final de 2014, no Rio de Janeiro. A próximadeverá acontecer no final de 2016.

Por tudo isso, a seleção brasileira de judô conquistou respeito a nível nacional e internacional. O talento natural dos atletas, a estrutura montada pela CBJ nos últimos anos e os resultados consistentes desde as categorias de base até a equipe olímpica são o cartão de visita da modalidade para adversários, torcedores, imprensa e patrocinadores.

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